Dibessi

Toda empresa tem uma parte que trava.A gente constrói o sistema que destrava.

Software sob medida para negócio brasileiro. Com IA onde a IA resolve. Sem ela onde ela só atrapalha.

Disponibilidade

Aberto

Engenharia

Em produção

ModeloPreço fechado
PosseO sistema é seu
Entrega

Documentada

com garantia, e a data fechada no escopo

Não é falta de vontade. É que a parte que trava sempre depende de alguém.

Alguém pra responder. Alguém pra montar o orçamento. Alguém pra lembrar de cobrar. Alguém pra juntar os números no fim do mês. Funciona enquanto esse alguém dá conta. E trava de novo assim que a semana aperta.

Sistema não cansa, não esquece e não tira férias. O trabalho é descobrir qual parte do seu negócio já pode virar sistema.

Antes de olhar preço, faz uma conta rápida.

Quanto vale um cliente seu, fechado? Quantos você perde por mês na parte que trava? Multiplica. Esse é o número que decide se vale a conversa, não o nosso.

Você descreve onde trava. A gente devolve isso em forma de sistema.

Atendimento

Lead chega e ninguém responde.

Atendimento e triagem no WhatsApp: o contato é respondido na hora, qualificado, e chega quente pra quem fecha.

Dinheiro

Montar orçamento toma meu dia inteiro.

Motor de precificação: o cliente pede, o preço sai das suas regras, e a proposta chega pronta no WhatsApp dele.

Dado

Meu relatório do mês é feito na mão, planilha por planilha.

Consolidação e painel: os números saem sozinhos dos sistemas que você já usa, atualizados, no lugar de uma noite de trabalho.

Operação

Metade dos agendamentos vira falta.

Confirmação e lembrete automáticos, no seu tom, no canal que o cliente já usa.

Documento

Contrato, ficha, laudo: sempre o mesmo documento digitado de novo.

Geração automática de documento a partir dos dados que já estão no sistema.

Integração

Tenho três sistemas e nenhum conversa com o outro.

Integração: o dado passa de um pro outro sem alguém copiando e colando.

Base

Minha base está cheia de cliente parado.

Reativação e follow-up em escala, no seu tom, sem virar disparo de spam.

A lista acima é exemplo, não cardápio. O que decide não é o setor nem a ferramenta: se é repetido e tem regra, tem forma de sistema. Traz o seu. Se não tiver, a gente fala na cara.

A gente fez um salão de eventos responder cada pedido de orçamento em trinta segundos.

Centenas de pedidos por mês vindos de tráfego pago. Montar proposta na mão demorava, e quem pediu orçamento no sábado já tinha fechado com outro na segunda. Instalamos o sistema: o cliente preenche, o preço sai das regras do salão, e a proposta com contrato chega no WhatsApp dele.

propostas geradas por um único sistema

desde março de 2026

+1.100

propostas no melhor mês

pico medido

358

entre o cliente pedir e a proposta chegar

média em produção

~30s

dos que começam terminam e recebem proposta

lido no banco

93%

Cliente ativo e pagante desde maio de 2026. Não citamos o nome porque não temos autorização. Quando tivermos, ele aparece aqui.

Esse era o gargalo dele. O seu provavelmente é outro. O que se repete de um projeto pro outro não é o problema. É o jeito de resolver.

Formaly

Produto da casa

Formaly. A gente resolveu orçamento tantas vezes que virou produto pronto. Se é esse o seu gargalo, o motor já existe: o cliente preenche, o preço sai das suas regras, a proposta chega pronta. Nos outros casos, a gente constrói.

Conhecer o Formaly

Quatro passos, nenhum deles é apresentação de slide.

  1. 01

    Conversa

    Você conta onde trava. Sem formulário, sem proposta comercial de trinta páginas.

  2. 02

    Escopo

    A gente volta com o desenho do sistema e um número fechado, sem surpresa depois.

  3. 03

    Construção

    Com prazo fechado no escopo, junto com o preço. Você sabe a data antes de assinar, e ela não muda no meio.

  4. 04

    Entrega

    O sistema passa a rodar na sua estrutura, nas suas contas, no seu nome. Vem com arquitetura documentada e garantia. Acompanhamento depois disso é opcional.

Luiz Bessa, fundador da Dibessi

Engenharia, não promessa.

A Dibessi nasceu do trabalho de engenharia de Luiz Bessa: Ciência da Computação na UnB, mais de cinquenta projetos de software entregues ao longo da carreira, de automação interna a plataforma rodando hoje em produção.

A empresa é nova. A engenharia não. Cada projeto sai com arquitetura documentada, monitoramento e um responsável. É por isso que cliente fica.

Antes que você pergunte.

Quanto custa?

Não é barato, e não tenta ser. É preço de projeto de engenharia: você paga pra construir, e o sistema é seu, sem mensalidade pendurada depois pra continuar usando. O número sai fechado na conversa de escopo, junto com o prazo. Se o que você perde por mês na parte que trava for maior que ele, a conta fecha. Se não for, a gente vai te dizer isso.

Em quanto tempo fica pronto?

Depende do tamanho, e a gente não chuta prazo por telefone. Parte do que a gente constrói é variação de sistema que já domina, e isso encurta o que dá pra encurtar. O resto leva o tempo que leva. A data sai no escopo, fechada, junto com o preço.

Depois de pronto, o sistema é meu mesmo?

É seu. Roda na sua estrutura, com servidor e domínio no seu nome, e você vê a fatura de cada um. A gente não fica com a chave na mão pra você ter que continuar pagando: se parar de trabalhar com a gente amanhã, o sistema continua rodando.

E depois de entregue?

O que a gente vende depois é opcional. Tem quem prefira alguém de olho, com acompanhamento mensal; tem quem só chame quando a regra do negócio mudar, e aí é por hora. Você escolhe com o sistema já na mão, não antes, embutido no contrato.

Já uso outra ferramenta.

Ótimo. A gente integra com o que já está lá, e o sistema se adapta ao seu processo, não o contrário.

Meu problema não é atendimento nem venda.

Melhor ainda. Atendimento é só o gargalo mais comum, não o único que a gente resolve. Se a tarefa se repete e tem regra, ela tem forma de sistema, seja no financeiro, no operacional ou na entrega.

Preciso de IA mesmo?

Às vezes não. IA é boa em decidir, entender texto e lidar com pedido escrito em linguagem de gente. Fora disso, código comum resolve mais rápido e mais barato. E a gente vai falar isso na conversa de escopo, não depois de você pagar.

Você já sabe qual é a parte que trava.

Conta pra gente. Se tiver forma de sistema, a gente desenha. Se não tiver, a gente fala. E você não perdeu nada além de uma conversa.